Deixando de lado a avaliação sócio-político-religiosa, seguem rápidos comentários e algumas fotos das cidades visitadas. Casablanca Chegamos no final da tarde. Deixamos as malas no Hotel........... e fomos dar uma volta pelos arredores. Nada de interessante. Os poucos cafés e restaurantes eram pouco convidativos. Optamos por jantar no restaurante do hotel, que foi uma grata surpresa. Na manhã seguinte, Aly, o nosso guia-condutor durante toda a viagem, nos levou para visitar a grande mesquita da cidade. Grande e rica o bastante para fazer inveja aos católicos e suas grandes igrejas. FOTOS Rabat Seguimos no Toyota, 4X4 conduzido pelo Aly, e chegamos ao Hotel Ryad da capital marroquina. Localizado dentro da Medina, foi o nosso primeiro impacto com o modus vivendi do povo marroquino. Aly parou o carro na rua principal e fomos arrastando as malas em meio ao que no Brasil chamamos de "feira-livre". Para nossa surpresa, chegamos ao Ryad, um hotel-butiq...
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Brasil e Marrocos são países completamente diferentes, embora tenham muitas coisas em comum. Por exemplo : 1- Ambos possuem riquezas naturais que poderiam elevá-los a patamares além do eterno "emergentes". 2- São governados por uma elite que direciona essa riqueza para o proveito e bem-estar de um pequeno grupo de privilegiados, deixando a maioria de seus povos ao completo abandono. Ao contrário de outros países, onde seus cidadãos lutam, exigem e conquistam melhores condições de vida, os brasileiros e os marroquinos são mantidos submissos, cada qual à sua maneira. No Marrocos, a religião é usada para manter o povo numa cega obediência às leis e total submissão ao rei. Aqui, vivemos à semelhança da era em que Caio Graco mantinha a apatia dos romanos à base de pão & circo. Vale lembrar que o circo atual é representado pela televisão, com seus inúmeros telejornais, pelas transmissões de jogos de futebol, pelas novelas, e por programas de auditório.